segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
POST CAROL: NOSSA CASINHA!
despues do casamento, quero mostrar
pra vcs meu lar doce lar! :)
http://www.youtube.com/watch?v=p6U0Fe03Ajc
Obrigada a todos pelas felicitaçoes e
manifestaçoes de carinho!!
Adoro vcs e sinto muita saudade!!
Queria muito que vcs estivessem aqui no
dia do casamento e quero ver todos presentes
na parte brasileira da festança!
Muitos beijos e abraços bem apertados.
Carol
domingo, 7 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
AO SABOR DOS SENTIDOS...
"Você não existe. Eu não existo. Mas estou tão
poderoso na minha sede que inventei a você
para matar a minha sede imensa.
Você está tão forte na sua fragilidade
que inventou a mim para matar a sua sede exata.
Nós nos inventamos um ao outro porque éramos
tudo o que precisávamos para continuar vivendo.
E porque nos inventamos um ao outro, porque
éramos tudo o que precisávamos, para continuar vivendo.
E porque nos inventamos, eu te confiro poder sobre
o meu destino e você me confere poder sobre o teu destino.
Você me dá seu futuro, eu te ofereço meu passado.
Então e assim, somos presente, passado e futuro.
Tempo infinito num só, esse é o eterno."
Caio Fernando Abreu
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
AO SABOR DA PALAVRA
“Às vezes é preciso ficar
nas
e inventar um novo passo!
É tudo uma questão de equilíbrio...
Ou de perder o medo de cair...’
( Fernanda Silva)
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
SE É PAIXÃO, ME NEGO
Se é paixão, me nego.
Já resvalei, a alma em pêlo,
nesse áspero despenhadeiro.
Se é paixão, não quero.
Conheço seus espinhos de mel,
sei aonde me conduz
embora prometa os céus.
Se é paixão, desculpe-me, não posso.
Conheço suas insônias
e a obsessão.
Se é paixão me vou, não devo ...
não adianta teus apelos.
Resistirei, porque aí
morri mil vezes.
Paixão é arma de três gumes,
e ao seu corte estou imune.
Se é paixão, me nego
e não receio que me acuses de medo.
Do desvario conheço todos os segredos.
Se é paixão, recuso-me e sinto muito,
pois foi há custo
que saí do labirinto.
Affonso Romano de Sant’Anna
domingo, 31 de janeiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
AO SABOR DA PALAVRA.
DEFENSA DE
Mario Benedetti
Defender la alegría como una trinchera
defenderla del escándalo y la rutina
de la miseria y los miserables
de las ausencias transitorias
y las definitivas
defender la alegría como un principio
defenderla del pasmo y las pesadillas
de los neutrales y de los neutrones
de las dulces infamias
y los graves diagnósticos
defender la alegría como una bandera
defenderla del rayo y la melancolía
de los ingenuos y de los canallas
de la retórica y los paros cardiacos
de las endemias y las academias
defender la alegría como un destino
defenderla del fuego y de los bomberos
de los suicidas y los homicidas
de las vacaciones y del agobio
de la obligación de estar alegres
defender la alegría como una certeza
defenderla del óxido y la roña
de la famosa pátina del tiempo
del relente y del oportunismo
de los proxenetas de la risa
defender la alegría como un derecho
defenderla de dios y del invierno
de las mayúsculas y de la muerte
de los apellidos y las lástimas
del azar
y también de la alegría










